Zootecnista do Instituto de Pesca pesquisa criação de garoupa

01/09/2015 10:24

A garoupa é tão especial que aparece até na nota de R$ 100, a de maior valor no País. 
Infelizmente, esse peixe, que atinge 40 quilos e tem a carne considerada nobre, não é mais tão abundante na costa brasileira como no passado. Ela, o badejo e o mero correm risco de extinção – todos são da família dos serranídeos, que têm esse nome por causa de um tipo de serra nas barbatanas. 

O último deles, então, o maior da família, que chega a ultrapassar 80 quilos, tem sua captura e venda proibidas. Pensando na preservação desses peixes, o Instituto de Pesca desenvolve três pesquisas, em Ubatuba, no litoral norte paulista, para reprodução em cativeiro. A entidade faz parte da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento. 

Entre os estudos, o da garoupa-verdadeira é o mais adiantado. Iniciada em 2005, a reprodução mostrou-se bem-sucedida e, nos tanques do instituto, em Ubatuba, já existem vários filhotes nascidos em cativeiro. Quem se dedica à pesquisa é o zootecnista Eduardo Gomes Sanches, que todo dia acompanha o crescimento das garoupas e dá alimento em forma de ração para as menores e pedaços de peixes para as maiores. 

 

Veja reportagem completa clicando no anexo:

Garoupas.pdf (188429)